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Feliz dia da Mari.


“Just when I thought I could die, you come and bring me back to life”

Quando eu pensei que estava a beira do abismo, veio você. Me puxou de volta. Disse que tudo ia ficar bem e me deu um abraço. Quando eu estava a beira das lágrimas, veio você. Levou-me de volta a sanidade mental e evitou meu choro. Quando pensei não ter mais ninguém, veio você. Lembrou-me de que eu tinha alguém, e que podia contar contigo. Sempre indiretamente, me lembrando de que sempre poderia contar contigo, lembrando-me de que eu era especial. Todos esses anos enxugando minhas lágrimas. Todos esses anos me ajudando a passar pelas crises. E eu nunca agradeci. Agora vão fazer onze anos desde que aquelas duas crianças se conheceram na casa escola, estudando juntas, passando por tudo juntas. Onze anos, M. Onze longos anos. Eu sempre fiz idéia do que passava na sua cabeça, e vice e versa. Agora me foge a certeza de que sei do que as coisas se tratam. Mesmo assim, feliz aniversário, M. Feliz aniversário. Coma muito pão com manteiga e mel, beba coca-cola, e durma com Wil. Lembre-se de que estou sempre aqui, até o dia que não precisares mais de mim. Mas, quando não precisares mais de mim, ainda estarei aqui. E lembra da garotinha que conheceu na Casa Escola, lembra disso. Lembra que por mais longe que estivermos, sempre estaremos perto. Nossas brigas tolas nunca importaram de verdade, você sabe. Ainda é minha melhor amiga. Te amo, Ceci. Por mais que ainda não seja propriamente seu aniversário, eu estou te desejando agora, por que você merece.

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