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Mostrando postagens com o rótulo sentimentos

The Way You Make Me Feel

I can’t stop digging the way you make me feel. Acho que eu deveria ter passado minha infância sendo criança. Não passei. Passei pensando em você. Pensei no jeito que você me faz sentir. Todas aquelas coisas que dizem a respeito das borboletas no estomago, todas aquelas baboseiras. Todas elas se aplicavam a você. Sem nenhuma maldita exceção. Passei todo esse tempo sozinho, vendo as crianças serem crianças, enquanto eu pensava em outro jogo pra te dizer como eu me sentia. Dias e noites se passaram, e eu tentava esquecer todas as coisas que te falei. Mas me perguntava como diabos tinha chegado a esse ponto, e não conseguia respostas. Acho que foi por não te conhecer direito, e te admirar tanto. Não posso mandar no meu cérebro, que afinal, é o centro das emoções. Cheguei ao ponto de que não dormia quase nada, minha luz estava sempre acesa. Talvez esperando que você fosse até lá, preocupada. Penso no ontem como se fosse hoje, sempre foi assim. Mas o mais importante é que no ontem, você esta...

Empty Days

Eu me sinto vazia. Como se um buraco tivesse sido aberto em mim. As coisas não parecem ter mudado ao redor de mim, mas dentro de mim elas mudaram. Eu não entendo o por quê. Soa como se eu usasse óculos escuros permanentes. A cor não parece que vai voltar, e a escuridão aumenta, como se as lentes ficassem mais escuras cada dia que passa. E elas de fato ficam. E isso leva embora tudo que eu acredito, toda minha convicção. Não sei mais quem eu sou, quem eu fui. Só sei que eu tenho me mantido afastada das pessoas por uma névoa fina e esbranquiçada , que delimita minhas relações pessoais. Eu não quero ser essa pessoa. A pessoa que manda todo mundo se foder . Eu simplesmente afasto todo mundo com esse jeito. Mas eu não quero ser aquela pessoa que faz o que os outros querem. Eu não sei. Perdi todo o conceito de quem eu sou, de quem eu fui. Não me lembro. Eu gostaria que alguma coisa mais mudasse no meu interior, pra que eu não precise ser aquela patética garota que fica a espera de um algo m...

Procurando o amor.

- Emily, traga seu dever de casa – Minha mãe gritou do andar de baixo para que eu descesse com minhas tarefas. Odeio minhas tarefas. Obedeci e levei o maldito dever. Ela olhou minuciosamente cada linha, cada pontuação, cada parágrafo do meu texto. Concluiu que estava bom e devolveu-me. Subi ao meu quarto, finalmente poderia ficar a sós com meu computador. Uma janelinha do MSN subiu na tela. John Andersen acaba de entrar. Certo, o que era aquilo? Meu coração palpitava em um ritmo acelerado, minhas mãos suavam, fazendo com que meus dedos escorregassem das teclas. Resolvi que não conversaria com John. Mesmo assim não consegui fazer as minhas malditas glândulas sudoríparas pararem de produzir todo aquele suor. Em cinco minutos, John pareceu ter se dado conta de que eu estava on-line, por que veio falar comigo. John A. diz: Em, você tem a matéria dos últimos dias de aula? Ótimo saber que era só pra isso que eu servia. Dizer os deveres de casa que ele perdeu. Emily Fichter diz: Tenho sim, q...